Saiba como funciona a educação primaria no Brasil!!!

Rate this post

O Brasil cobre uma área de mais de oito milhões de quilômetros quadrados. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população é de 182 milhões, a idade média é de vinte e três anos (crianças representam 31% e jovens 20% de todos da população), distribuídos em vinte e sete estados mais o distrito federal.

O país possui 5.560 municípios com grande diversidade regional e cultural. No Depósito do potencial econômico e econômico, o Brasil tem uma trajetória política marcada pela dependência, um modelo colonial primeiro, pós-colonial agora.

Perspectiva histórica

Um aspecto decisivo da situação do país é a extrema desigualdade socioeconômica, que impõe a exclusão histórica e atual de um número significativo de estudantes de famílias de baixa renda, o que tem um impacto significativo na todo sistema educacional.

Escola Historica

Deve-se enfatizar que, mesmo em um contexto de adversidade, indivíduos e organizações coletivas demonstram uma capacidade notável de construir experiências educacionais inovadoras e auto-sustentáveis, esforçando-se para aproveitar os recursos escassos e encontrar alternativas criativas aos desafios, dadas as peculiaridades locais, regionais e culturais.

Em termos de fundo histórico, pode-se argumentar que o pleno regime imponente e escravo, o Brasil foi, certamente, com um sistema de educação aristocrática, mas extremamente refinado e eficiente, em termos de fins sociais e culturais que foram projetadas.

Rede de ensino primária

A República (estabelecida em 1889) conseguiu estender a rede de educação primária para quase todo o país; limitou a disseminação de escolas secundárias e abriu faculdades em alguns dos maiores centros urbanos. O estado brasileiro assumiu gradativamente gastos com educação pesada e criou, manteve e expandiu com sucesso uma rede de instituições educacionais.

Concursos 2019

No entanto, na esfera educacional propriamente dita, a República não foi igualmente bem-sucedida, optando convenientemente pela extensão da rede educacional e pela proliferação de escolas antigas. A expansão quantitativa não foi acompanhada por um sistema educacional verdadeiramente democrático, no nível estrutural, na mentalidade predominante nas relações pedagógicas ou nos processos educacionais (Fernandes, 1996).

Desde o início do século passado, várias reformas educacionais foram iniciadas com o objetivo de nacionalizar a educação (muitas iniciativas escolares originadas de comunidades de imigrantes europeus), estendendo-as, promovendo inovações e promovendo como instrumento de desenvolvimento e industrialização do país.

Enquanto o sistema educacional foi inicialmente marcado pela forte presença do Estado, tem havido um crescente processo de privatização na área de políticas sociais, incluindo a política educacional, especialmente no nível superior, nas últimas décadas.

O sistema educacional brasileiro é organizado no âmbito federal, estadual e municipal. O ensino é público e privado, é governado e controlado pelas autoridades públicas sob a responsabilidade do Ministério da Educação e do Desporto (MEC). A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996) organizou a educação brasileira em apenas dois níveis: educação básica (formada pela educação infantil, educação básica e ensino médio) e educação. ensino superior.

Educação básica

A educação básica tem como objetivo desenvolver o aluno, garantindo-lhe a formação comum essencial ao exercício da cidadania e proporcionando-lhe os meios para progredir em seu trabalho e estudos; está organizado em dois níveis, fundamental e médio “(Lei nº 9.394 / 96).

A educação infantil é a primeira etapa da educação básica; é gratuito na rede pública. Sua finalidade é o desenvolvimento integral da criança até os seis anos, nos aspectos físico, biológico, intelectual e social. É oferecido em creches ou outros estabelecimentos equivalentes (que acolhem crianças menores de três anos) e em creches (para crianças de quatro a seis anos).

A incorporação da criação dos filhos nos berçários que acabam de sair da rede de assistência social e das creches representa um avanço considerável no direito à educação. No entanto, não foi igualado por um aumento similar de recursos para a educação, que permanece a responsabilidade dos municípios.